Posts com a Tag ‘jornalismo’
#40 A Rainha do Castelo de Ar
quarta-feira, 28 de outubro de 2009#28 Liberdade de expressão
terça-feira, 29 de setembro de 2009São notÃcias como essa que me fazem ficar cada vez mais atenta a esse mundinho em que vivemos:
Google terá que revelar identidade de blogueiro que insultou modelo
Depois dizem que eu sou paranoica… não duvido nada de que os governos e as empresas têm muito mais informações sobre nós do que pensamos. E com uma “justificativa razoável”, podem conseguir ainda mais. Por isso quero permanecer com o mÃnimo registro possÃvel.
E por isso uns colegas suecos abriram o Baywords, um blog host virtualmente incensurável. Além de estar submetido à s leis da Suécia, ele pede o mÃnimo possÃvel de informações sobre os usuários.
Gosto de bisbilhotar, não de ser bisbilhotada.
# 15 Dossiê Blomkvist, parte 5: tolo, mas honesto
sexta-feira, 28 de agosto de 2009Em 1966, a famÃlia se mudou para Estocolmo. Moravam em Lilla Essingen. Blomkvist cursou a escola primária e secundária em Bromma, depois fez o colegial em Kungsholmen. Suas notas de final de curso foram excelentes. Quando estava no colégio, fazia música, tocava baixo num grupo de rock, os Bootstrap, que teve até um compacto tocado no rádio, no verão de 1979.
Kiruna, no extremo norte, é onde Mikael Blomkvist fez seu serviço militar
Depois do colégio, trabalhou como vigia no metrô, juntou dinheiro para viajar ao exterior. Esteve fora um ano, passeando principalmente pela Ãsia. Começou jornalismo em Estocolmo quando tinha vinte e um anos, mas interrompeu o curso para prestar o serviço militar no regimento de caçadores, em Kiruna. Saiu com notas 10-9-9, o que é um bom resultado. Depois do serviço militar, formou-se jornalista e começou a trabalhar.
Ele é sobretudo o tipo primeiro da classe. Insiste em se apresentar como um sólido guardião da moral no mundo das empresas, e seguidamente é convidado a ir à televisão para comentar diversos casos.
Pode-se dizer que é honesto. É seu “capital de confiançaâ€.
Para mim, não passa de mais um ingênuo, um desses homens bonzinhos e bobinhos que acham que todo mundo sempre tem um lado bacana.






