# 15 Dossiê Blomkvist, parte 5: tolo, mas honesto

Em 1966, a família se mudou para Estocolmo. Moravam em Lilla Essingen. Blomkvist cursou a escola primária e secundária em Bromma, depois fez o colegial em Kungsholmen. Suas notas de final de curso foram excelentes. Quando estava no colégio, fazia música, tocava baixo num grupo de rock, os Bootstrap, que teve até um compacto tocado no rádio, no verão de 1979.


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Kiruna, no extremo norte, é onde Mikael Blomkvist fez seu serviço militar

Depois do colégio, trabalhou como vigia no metrô, juntou dinheiro para viajar ao exterior. Esteve fora um ano, passeando principalmente pela Ásia. Começou jornalismo em Estocolmo quando tinha vinte e um anos, mas interrompeu o curso para prestar o serviço militar no regimento de caçadores, em Kiruna. Saiu com notas 10-9-9, o que é um bom resultado. Depois do serviço militar, formou-se jornalista e começou a trabalhar.

Ele é sobretudo o tipo primeiro da classe. Insiste em se apresentar como um sólido guardião da moral no mundo das empresas, e seguidamente é convidado a ir à televisão para comentar diversos casos.

Pode-se dizer que é honesto. É seu “capital de confiança”.

Para mim, não passa de mais um ingênuo, um desses homens bonzinhos e bobinhos que acham que todo mundo sempre tem um lado bacana.

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